Missão: contribuir com a formação de pessoas motivadas a melhorar a sua situação atual.
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Pegar leve ou pegar pesado
| PEGAR LEVE OU PEGAR PESADO |
Eis um falso dilema apoiado em uma frase subjetiva. O que é, exatamente, pegar leve ou pegar pesado? Não conheço quem possa conceituar claramente estas expressões e elas acabam servindo apenas para criar fantasmas, lendas e preconceitos em uma empresa. O Brasil sempre teve, ao longo de toda história, a participação extremamente forte do Estado na vida das pessoas. Desde o funcionalismo público em número exorbitante até a ajuda governamental para empresas privadas, o Estado sempre foi, e continua sendo, o núcleo da sociedade brasileira. O resultado todos sabemos e a causa é muito simples: quando o Estado extrapola seus deveres e intervém fortemente na economia e em outros aspectos da rotina do seu povo, o protecionismo e o corporativismo crescem e o nível de competição baixa. Somos um país onde ricos e pobres, jovens e idosos, doutores e analfabetos, têm pavor da competição. Quem tem medo da competição, mas precisa obviamente sobreviver, cria mil mecanismos, e quanto mais complexos melhor, para inibir o empreendedorismo, evitar o uso de metas, e reduzir a importância da autoridade e da educação. Para quem odeia a competição, a ordem só atrapalha e trabalho e estudo não são valores para serem desenvolvidos. Na desordem, o incompetente, isto é, o incapaz para competir, justifica a sua posição e se salva. Talvez esta seja a melhor definição de "pegar pesado" e "pegar leve": preparar, ou não, uma equipe para a competição.
“A competição frustra muita gente e a pressão cria um ambiente ruim”. Frases como esta clamam para empresas mais “humanas” e com pessoal mais feliz. Funcionários felizes dão mais resultados, todos sabemos disto. Mas alguém aí do outro lado deste texto, por gentileza, defina "felicidade". O que deixa alguns felizes, deixa outros infelizes. Esta é daquelas verdades incontestáveis. Como, então, deixar os funcionários felizes se cada um deseja algo diferente do outro? Missão impossível? Enchê-los de mimos e benefícios? Ser muito exigente, mas oferecendo muito treinamento e oportunidades de crescimento? Tudo isto junto? Nada disto? Ora, a discussão começa a ficar sem sentido. Para uma empresa ter funcionários felizes (e, portanto, obter grandes resultados), ela deve esquecer todo este falso dilema de "pegar leve ou pesado" e definir claramente o perfil dos acionistas e no que exatamente eles acreditam. Se esta tarefa não for feita com muita qualidade, o processo de seleção será fraco (a empresa selecionará uma miscelânea de perfis) e a função gerencial será dificultada em um nível inaceitável para todos. Ouço de muitos gerentes a seguinte questão: "Não sei mais como conduzir a gestão das minhas pessoas. Ora pego leve demais e tomo porrada do meu chefe, ora pego pesado e também tomo porrada. Não sei como proceder".
A orientação correta? Definir os valores necessários para quem vai trabalhar com você e preparar a exigência de acordo com estes valores. Se um de seus valores for a competição, então o perfil exige gente preparada para aguentar o tranco. Se não for, parta para outros perfis mais leves. Ah, não esqueça de mensurar claramente os resultados que você terá com um e com outro perfil. Não espere resultados competitivos de perfis leves. Faça sua escolha, seja coerente com ela e boa sorte.
Paulo Ricardo Mubarack
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segunda-feira, 20 de outubro de 2014
sábado, 18 de outubro de 2014
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quinta-feira, 16 de outubro de 2014
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terça-feira, 14 de outubro de 2014
As 16 leis de toda pessoa de sucesso, segundo Napoleon Hill
No começo do século XX, um dos empresários mais
bem-sucedidos dos Estados Unidos, Andrew Carnegie, decidiu que queria saber
quais eram os denominadores comuns entre todos os grandes homens de sucesso da
época.
Para isso, contratou um jovem chamado
Napoleon Hill e deu a ele a tarefa de estudar – durante 20 anos – sobre as 6
mil pessoas mais ricas e poderosas do mundo e descobrir o que elas tinham em
comum. Hill não só as estudou como também entrevistou pessoalmente centenas
delas, incluindo nomes como Thomas Edson, Graham Bell, George Eastman, Henry
Ford, John Rockfeller, Theodore Roosevelt e Woodrow Wilson.
Depois de apresentado a Andrew
Carnegie, o resultado do trabalho foi transformado em um curso, no qual
Napoleon Hill definiu 16 leis que todas as pessoas de grande sucesso seguiam,
conscientemente ou não. Se você quer modelar alguns desses grandes nomes da
humanidade, leia sobre e tente aplicar você mesmo todas essas 16 essenciais
regras.
1. Associação
com outras pessoas com o mesmo perfil de pensamento
A primeira lei revela que todos os
grandes homens tiveram que se associar a outras pessoas para conseguir realizar
os seus objetivos. Uma vez que todos compreenderam a interdependência, buscaram
principalmente pessoas que seguiam uma mesma linha de pensamento. Assim, todos
trabalhavam em rapport com
seus sócios.
Napoleon Hill afirmava que a união de
duas ou mais mentes gerava um todo que era maior do que a soma das partes, o
que ele chamou de Master Mind – ou Mente Mestra. Sozinhos, nenhum deles teria
conseguido o sucesso que conseguiu.
2. Objetivo
principal definido
Outro ponto que ficou bastante claro
durante a pesquisa foi que todas as pessoas que realizam seus sonhos tinham um
objetivo principal claramente definido em suas mentes, muitas vezes ricos em
detalhes.
Muita gente diz que quer mudar de
vida, mas quando são perguntadas o que realmente querem, se atrapalham para
dizer. Sabem que não querem continuar do jeito que estão, mas não tem um
objetivo claro de onde querem chegar, do que querem realmente mudar.
O objetivo principal na vida deve ser
escolhido com um grande cuidado e, depois de escolhido, deverá ser escrito e
colocado num lugar onde se possa vê-lo pelo menos uma vez por dia. Isso tem por
efeito psicológico impressionar o subconsciente da pessoa de tal maneira que
ela aceita esse propósito como um lema, um projeto, uma “planta” que finalmente
dominará as suas atividades na vida e a guiará, passo a passo, para a
consecução desse objetivo. – Napoleon Hill
Sem ter um objetivo traçado, é muito complicado realizar alguma coisa.
Não devemos ser 100% orientados a meats, contudo se não tivermos um lugar
para onde ir, será difícil saber como chegar lá.
3. Confiança em
si próprio
As pessoas de sucesso entrevistadas
demonstravam grande confiança em seu potencial. Se não para resolver o
problema, para saber quem chamar para resolver. A autoconfiança é essencial
para quem quer empreender algo. Quem vai confiar um investimento em alguém que
não demonstra segurança? Qual cliente vai comprar algo de alguém que duvida de
si mesmo?
4. Economia
A quarta lei das pessoas de sucesso é
o hábito da economia. Em uma tradução mais moderna, podemos dizer que educação
financeira é uma das regras essenciais para quem quer obter sucesso.
Embora o dinheiro não seja a única
ferramenta para medir o sucesso de uma pessoa, quando estamos falando de negócios
e empresas (que era o caso da maioria dos entrevistados de Napoleon Hill), essa
é sim a principal medida de sucesso.
O estudo mostrou que os entrevistados
sabiam controlar suas finanças e assim tinham sempre dinheiro para investir em
oportunidades e para arriscar empreendimentos que, se não dessem certo, também
não os iria deixar no meio da rua.
5. Iniciativa e
Liderança
Um outro ponto bastante claro na
pesquisa foi o de que todos os entrevistados tinham um perfil de líder e não de
seguidor. Todos tomaram a iniciativa de assumir o controle de suas próprias
vidas, de empreender, de sair da mesmice e levar outros associados juntos no
caminho.
Embora algumas pessoas realmente não
tenham o perfil de liderança, acreditamos que isso pode ser trabalhado e melhorado.
Para levar outras pessoas a trabalharem com você em uma iniciativa própria ou
mesmo para convencer outros a comprarem seus serviços e produtos, é preciso
demonstrar liderança.
6. Imaginação
Pensar fora da caixa. Essa é a sexta
lei do triunfo identificada por Napoleon Hill entre os homens bem-sucedidos que
ele entrevistou. Boa parte deles precisou muitas vezes usar a imaginação para
pensar em um negócio que não existia, para criar uma solução na qual ninguém
pensou antes, para criar coisas novas.
Existe uma série de técnicas para
desenvolver a imaginação e a criatividade, mas o ponto principal é você
forçar-se a mudar suas rotinas de ações e pensamentos e não ter receio de
experimentar coisas novas.
7. Entusiasmo
Aqui chegamos a um ponto muito importante.
Muita gente parece ter um desejo de mudar de vida, mas acaba não indo em
frente. É como se faltasse o combustível para levar o carro adiante.
Segundo a pesquisa encomendada por
Andrew Carnegie, esse combustível que move homens e mulheres rumo a grandes
descobertas e empreendimentos é o entusiasmo. Grande parte dos maiores
realizadores do mundo eram absolutamente apaixonados por seus objetivos
principais definidos, a ponto de isso despertar neles grande entusiasmo para
seguir em frente mesmo quando todas as condições pareciam adversas.
O homem geralmente triunfa com mais
facilidade num campo de esforços em que se lança de corpo, alma e coração. –
Napoleon Hill
Criar entusiasmo em si mesmo –
literalmente viver com paixão – é um dos desafios mais intensos e prazerosos
que você pode impor a si mesmo.
8. Autocontrole
O oitavo ponto bate muito com o
quinto: ter autocontrole é, na verdade, ser o líder de si mesmo. É pensar no
longo prazo, avaliar as consequências de cada ação, ter a ideia exata de que
tudo o que você faz ou o aproxima ou o afasta do seu objetivo principal
definido.
Não ser escravo das tentações
mundanas ou de estados alterados de consciência – como a embriaguez, por
exemplo – é um passo essencial para quem quer estar no comando da própria vida.
9. Hábito de
fazer mais do que a obrigação
Segundo Napoleon Hill, existem dois
tipos de pessoas que não vão para a frente:
1. Aquelas que não fazem o que lhes é pedido
2. Aquelas que só fazem o que lhes é pedido
Se você quer se destacar em sua área
de atuação, precisa criar o saudável hábito de andar a milha extra: sempre
fazer mais do que lhe pedem, sempre fazer mais do que é obrigado a fazer. Do
contrário, você será apenas uma pessoa mediana, igual a tantas outras.
10.
Personalidade atraente
Os negócios são resultados diretos de
interações humanas. Cultivar uma personalidade atraente é ser uma figura
agradável, simpática, bem apresentada. Não estamos falando aqui de padrões de
beleza e sim de comportamentos que o tornem uma companhia agradável para os
outros.
Existem pessoas que não fazem a menor
questão de serem simpáticas. Elas estão no direito delas, porém para quem quer
levar sua carreira a patamares mais altos, além de competência, é preciso ser
uma companhia no mínimo agradável.
11. Pensar com
Exatidão
Ter foco é outra lei essencial para
quem quer obter sucesso. Devemos aprender a dirigir os nossos pensamentos
somente para os assuntos, fatos e informações que, de alguma forma, nos
deixarão mais próximos de nosso objetivo principal definido.
A meta é passar a raciocinar
dedutivamente, apenas com base em fatos comprovadamente verdadeiros, que
possuam importância real e que sejam úteis de alguma maneira.
12.
Concentração
Esse ponto parece ser muito mais
difícil hoje em dia do que na época em que a pesquisa foi realizada. Isso
porque hoje boa parte da humanidade sofre com distúrbios de déficit de atenção.
As novas tecnologias e seus processos multitarefas nos oferecem tantas coisas
que cada uma delas recebe apenas uma pequena fração da nossa atenção. O
resultado são trabalhos mal-feitos, falta de foco, sensação de excesso de
informação e um grande sentimento de frustração.
A saída aqui é treinar a própria mente
para pensar com exatidão. Técnicas de meditação e o hábito de lidar com apenas uma coisa de
cada vez, com foco total, são úteis para esse tipo de treinamento.
13. Cooperação
Além de se associar com pessoas com a
mesma linha de pensamento, os homens de sucesso entendem que a cooperação é o
melhor caminho para a realização pessoal e coletiva. Isso inclui ver os
concorrentes apenas como outros players do mercado, não como inimigos.
Significa ver os funcionários não como escravos, mas como pessoas que estão
colaborando para tornar o seu sonho realidade.
A cooperação deve se dar em todos os
níveis, pensando não somente no interesse próprio, mas também no bem-estar das
pessoas com quem você se relaciona.
14. Fracasso
Como o fracasso pode ser uma das leis
do sucesso? É simples: todas as pessoas que atingiram uma grande realização na
vida, fracassaram algumas vezes antes. Na verdade, como diria Thomas Edson,
aprenderam maneiras de “não inventar a lâmpada”.
O fracasso deve ser visto como um
grande aliado. Cada vez que você falha, você descobre uma maneira de não
realizar o seu objetivo. Elimina um caminho. Continue fazendo isso até você
achar a trilha ideal.
Anthony Robbins em seus treinamentos
pergunta: quantas vezes você deixaria o seu filho cair antes de desistir de
ensiná-lo a andar? As pessoas respondem com simplicidade: ora, ele vai
cair até conseguir andar. E aí está a fórmula mágica do
sucesso! Não existe maneira de fracassar, apenas de aprender como não chegar
lá.
15. Tolerância
Para lidar com o fracasso, com as
limitações de outras pessoas e as suas próprias, com as adversidades que a vida
nos impõe, é preciso ter uma boa dose de tolerância e paciência.
Você já deve ter percebido que não
existe ninguém no mundo que consiga ter todas as coisas sob controle. Coisa que
queremos não acontecem. Coisas que não queremos acontecem. O segredo é nos
desapegar de querer controlar tudo e ter tolerância e paciência para ir
acertando e errando até chegar onde queremos, seguindo sempre em frente.
A maior recomendação que alguém que
está buscando uma melhoria na qualidade de vida pode receber é a de aproveitar
toda a jornada, não apenas a realização da meta. O momento em que você realiza
o objetivo é muito fugaz perto de todo o caminho que você tem para percorrer
até ele.
Se você condicionar sua felicidade somente à realização dos
objetivos, estará se condenando a uma vida triste.
16. Fazer aos
outros aquilo que quer que seja feito a você mesmo
Conhecida como A Regra de Ouro, essa lei é usada em grande parte
das religiões e filosofias de vida já criadas no mundo. Se ela fosse realmente
levada a sério, viveríamos um mundo bem melhor.
No momento em que você percebe que
somos todos – seres vivos e meio-ambiente – uma única rede interdependente, que
a ideia de eu como uma coisa distinta e
independente nada mais é do que uma ilusão, aí, meu amigo, temos uma grande
oportunidade de nos libertarmos de padrões limitadores. Tratar as outras
pessoas como a si mesmo é um passo importante para essa compreensão.
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
14 princípios Deming
2. “Adote a filosofia”. Segundo Deming as organizações ocidentais deveriam acordar para o “novo desafio”, pois agora estamos em uma nova era econômica onde é se faz necessário que a administração ocidental assuma seu papel de liderança neste processo de transformação;
4. Para Deming o mais importante na aprovação de orçamentos não deveria ser o preço, mas a diminuição do custo total, para isso, deve-se desenvolver um fornecedor para cada matéria-prima ou insumo de forma a tornar o relacionamento mais duradouro, confiável e leal;
5. Outra forma de reduzir os custos deveria ser a busca constante por melhorias no processo/serviço de forma a aumentar produtividade e a qualidade;
6. “Institua treinamento no local de trabalho”. Manter uma mão-de-obra qualificada diminui os erros no processo por falha humana;
7. Deve ser instituída a “liderança”. As “chefias” habituais devem ser revistas. O objetivo do líder é proporcionar as condições adequadas para uma execução melhor do trabalho;
8. O medo deve ser eliminado a fim de possibilitar que todos trabalhem de forma eficaz e tranqüila;
9. Todos devem trabalhar de forma conjunta. Os departamentos devem trabalhar juntos de forma a prever e evitar possíveis falhas;
10. Segundo Deming deve ser eliminada qualquer alusão a metas do tipo “zero defeitos”, pois, elas servem apenas para causar inimizades e desmotivação uma vez que a maioria das falhas encontra-se nos processos e não estão ao alcance da maioria dos trabalhadores;
11. Deve ser implantada a gestão por processos e substituídas todas as quotas na linha de produção. Elas devem ser substituídas pela liderança;
12. Possibilite que os colaboradores orgulhem-se de se desempenho e mude os conceitos de responsabilidades de “números absolutos” para “qualidade” (abolição da avaliação anual de desempenho e da administração por objetivos).
13. A organização deve instituir um sólido programa de treinamento a fim de possibilitar o auto-aprimoramento da equipe;
14. Todos devem estar envolvidos no processo de realização da transformação.
Sobre comprometimento...
10 coisas que me disseram:
1 - Uma pessoa comprometida procura sempre colocar-se no lugar das outras; sentir o que as outras sentem;
2 - Uma pessoa comprometida faz tudo com atenção aos detalhes. Ela presta atenção em tudo o que faz, no detalhe do detalhe;
2 - Uma pessoa comprometida faz tudo com atenção aos detalhes. Ela presta atenção em tudo o que faz, no detalhe do detalhe;
3 - Uma pessoa comprometida termina o que começa e não deixa as coisas pela metade;
4 - Uma pessoa comprometida vem com soluções, e não com mais problemas, quando tem uma tarefa a cumprir;
5 - Uma pessoa comprometida pergunta o que não sabe e demonstra vontade de aprender. Vai fundo até dominar o que não sabe e deveria saber;
5 - Uma pessoa comprometida pergunta o que não sabe e demonstra vontade de aprender. Vai fundo até dominar o que não sabe e deveria saber;
6 - Uma pessoa comprometida cumpre prazos e horários;
7 - Uma pessoa comprometida não vive dando desculpas por seus atos e nem procura culpados pelos erros cometidos;
8 - Uma pessoa comprometida não vive reclamando da vida e falando mal das pessoas. Ela age para modificar a realidade;
9 - Uma pessoa comprometida não desiste facilmente. Ela não descansa enquanto não resolver um problema. Ela vai atrás da solução;
10 - Uma pessoa comprometida está sempre pronta a colaborar com as outras. Ela participa. Dá idéias. Você pode contar com ela.
9 - Uma pessoa comprometida não desiste facilmente. Ela não descansa enquanto não resolver um problema. Ela vai atrás da solução;
10 - Uma pessoa comprometida está sempre pronta a colaborar com as outras. Ela participa. Dá idéias. Você pode contar com ela.
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Kaizen
Kaizen tem origem japonesa e significa “melhoria contínua”, o que pode ser levado para o ambiente de trabalho, família e vida pessoal. Na indústria, tem o mesmo significa e se refere ao aprimoramento diário e constante, com o objetivo de aumentar a produtividade. O Kaizen quando aplicado na indústria também busca eliminar os processos desnecessários, bem como o desperdício de tempo, de matéria prima, etc.
Quando aplicado com magnificência, o Kaizen consegue melhorar a produtividade e, por consequência, a qualidade do produto final, sem que isso acarrete gastos, podendo mesmo haver o uso mínimo de investimento. Para tanto, o Kaizen é uma metodologia que conta com as seguintes características:
Quando aplicado com magnificência, o Kaizen consegue melhorar a produtividade e, por consequência, a qualidade do produto final, sem que isso acarrete gastos, podendo mesmo haver o uso mínimo de investimento. Para tanto, o Kaizen é uma metodologia que conta com as seguintes características:
- os trabalhadores desenvolvem suas atividades melhorando-as sempre, através de redução de custos e usando alternativas inovadoras;
- o trabalho coletivo prevalece sobre o individual;
- o funcionário é reconhecido como elemento de grande importância da organização;
- o trabalhador é estimulado a direcionar a sua atividade para as metas do grupo.
Kanban
Kanban é um termo de origem japonesa e significa literalmente “cartão”. É um conceito relacionado com a utilização de cartões para indicar o andamento dos fluxos de produção em empresas de fabricação em série. Nesses cartões são colocadas indicações sobre uma determinada tarefa, por exemplo, “para executar”, “em andamento” ou “finalizado”.
A utilização de um sistema Kanban permite um controle detalhado de produção com informações sobre quando, quanto e o que produzir. O método Kanban foi inicialmente aplicado em empresas japonesas de fabricação em série e está estreitamente ligado ao conceito de “just in time”. A Toyota foi a responsável pela introdução desse método devido a necessidade de manter um eficaz funcionamento do sistema de produção em série.
Supply Chain Management (SCM)
O Supply Chain Management ou Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos é uma ferramenta que, usando a Tecnologia da Informação (TI) possibilita à empresa gerenciar a cadeia de suprimentos com maior eficácia e eficiência, Nesses tempos modernos em que a exigência de consumo atingiu o limite extremo, o Supply Chain Management permite às empresas alcançarem melhores padrões de competitividade.
Em qualquer sociedade, produtos devem ser movimentados fisicamente entre o local onde são produzidos e o local de consumo.
Exceto em culturas muito primitivas, na qual cada família satisfaz suas próprias necessidades domésticas, o processo de troca se transforma em pedra fundamental da atividade econômica.
Trocas acontecem quando existe uma discrepância entre quantidade, tipo e tempo dos produtos disponíveis e os produtos necessários. Se um número de indivíduos ou organizações dentro de uma sociedade tem um excedente de produtos que alguém precisa, tem-se a base para as trocas.
Canais se desenvolvem quando muitas trocas acontecem entre produtores e consumidores.
Canais se desenvolvem quando muitas trocas acontecem entre produtores e consumidores.
O alinhamento das empresas que trazem produtos ou serviços ao mercado tem sido chamado de cadeia de abastecimento/suprimentos - supply chain.
O conceito de Supply Chain Management surgiu como uma evolução natural do conceito de Logística. Enquanto a Logística representa uma integração interna de atividades, o Supply Chain Management representa sua integração externa, pois estende a coordenação dos fluxos de materiais e informações aos fornecedores e ao cliente final.
Assim, de acordo com o International Center for Competitive Excellence – University of North Caroline, 1994, SCM é a integração dos processos de negócios do usuário final através de fornecedores (originais) que fornecem produtos, serviços e informações e agregam valor para os consumidores.“Logística é o processo da cadeia de abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo de bens e serviços e as informações relativas, do ponto de origem ao ponto, de consumo de maneira eficiente e eficaz, buscando a satisfação das necessidades do cliente”.
Pode-se afirmar que o SCM é uma abordagem sistêmica, altamente interativa e complexa, requerendo a consideração simultânea de muitos trade-offs (representa uma troca compensatória entre alguns parâmetros como custos, tempo, etc) pois ele expande as fronteiras organizacionais e deve assim considerar, trade-offs dentro e entre as organizações no que diz respeito por exemplo a estoques: aonde inventários devem ser mantidos e onde atividades diversas devem ser desenvolvidas.
A natureza dinâmica do meio ambiente de negócios requer gerenciamento para avaliar e monitorar a performance da cadeia de suprimentos regular e freqüentemente. Quando as metas de performances não são alcançadas, o gerenciamento deve avaliar alternativas, possíveis para a cadeia de suprimentos e implementar mudanças.
Para reforçar o entendimento do que é Supply Chain Management e o que é Logística, pode-se citar Bowersox (98) que afirma ser, o “supply chain um termo que considera uma seqüência de compradores ou vendedores trabalhando em conjunto para levar o produto da origem até a casa do consumidor” e, que a “Logística é o movimento de produtos e, da informação relativa a eles de um lugar a outro. Isto inclui transporte, armazenagem, movimentação de material, estoques e a informação inerente a tudo isto”. Em síntese o autor resume que “a Logística é a integração de todas estas partes de uma maneira seqüenciada, é algo que envolve a operação e o Supply Chain (e, por conseguinte seu gerenciamento) é uma estratégia, uma parte maior do negócio”.
E o que seria logística? Logística é a ciência de se fazer chegar o produto certo, na quantidade certa, no lugar certo, no tempo certo, nas condições estabelecidas e com o mínimo custo. coladaweb.com
E o que seria logística? Logística é a ciência de se fazer chegar o produto certo, na quantidade certa, no lugar certo, no tempo certo, nas condições estabelecidas e com o mínimo custo. coladaweb.com
Lean Thinking (Pensamento Enxuto)
O termo “lean” foi cunhado ao final da década de 80 em um projeto de pesquisa doMassachusetts Institute of Technology (MIT) sobre a indústria automobilística mundial. A pesquisa revelou que a Toyota havia desenvolvido um novo e superior paradigma de gestão nas principais dimensões dos negócios (manufatura, desenvolvimento de produtos e relacionamento com os clientes e fornecedores).
Em 2009, a Toyota tornou-se a maior em volume de vendas, mostrando as vantagens e benefícios do sistema que desenvolveu. Não se trata de um conceito exclusivo da Toyota, podendo ser aplicado por empresas de qualquer negócio e em qualquer país ou região. Deve ser visto como um sistema de gestão para toda a empresa.
Lean Thinking (Pensamento Enxuto) é uma filosofia e estratégia de negócios para aumentar a satisfação dos clientes através da melhor utilização dos recursos. A gestão lean procura fornecer, de forma consistente, valor aos clientes com os custos mais baixos (PROPÓSITO), identificando e sustentando melhorias nos fluxos de valor primários e secundários (PROCESSOS), por meio do envolvimento das pessoas qualificadas, motivadas e com iniciativa (PESSOAS). O foco da implementação deve estar nas reais necessidades dos negócios e não na simples aplicação das ferramentas lean.
As práticas envolvem a criação de fluxos contínuos e sistemas puxados - baseados na demanda real dos clientes - a análise e melhoria do fluxo de valor das plantas e da cadeia completa - desde as matérias-primas até os produtos acabados - e o desenvolvimento de produtos que efetivamente sejam soluções do ponto de vista do cliente.
A adoção dessa mentalidade tem trazido resultados extraordinários para as empresas que a praticam, ainda que poucas empresas tenham conseguido replicar totalmente o sucesso e a eficiência operacional alcançados pela Toyota. Originalmente concebida como práticas de manufatura, a mentalidade tem sido gradualmente disseminada em todas as áreas da empresa e também para empresas dos mais diferentes tipos e setores, tornando-se efetivamente uma filosofia e uma cultura empresarial.
Os resultados obtidos geralmente implicam aumento da capacidade de oferecer os produtos que os clientes querem, na hora em que eles precisam, aos preços que estão dispostos a pagar, com custos menores, qualidade superior e lead times mais curtos, garantindo, assim, maior rentabilidade para o negócio.
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